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Outubro - Novembro - Dezembro - 2014
Ano XVI - nº 62

Edição nº42 » CLIQUE AQUI PARA LER OS RESUMOS DOS ARTIGOS PUBLICADOS NA EDIÇÃO 42


SESSÃO CLÍNICA
Fraqueza Muscular Proximal e Disfagia

Trata-se do caso de paciente de 50 anos, do sexo feminino, com início dos sintomas há aproximadamente cinco anos, quando começou a apresentar episódios de febre intermitente, tosse seca, astenia e mal-estar, evoluindo com fadiga aos pequenos esforços (como deambular), palpitações e edema de membros inferiores. Há quatro anos ocorreu piora da fadiga, com diminuição da força muscular, assim como episódios de queda. Foi internada para esclarecimento diagnóstico na 34ª Enfermaria da Santa Casa do Rio de janeiro, onde seu caso foi discutido pelo corpo clínico.

RELATO DE CASO
Insuficiência Cardíaca Refratária em Cardiopatia Isquêmica

Trata-se do relato de caso de um paciente de 63 anos com IC direita grave, com volumosa ascite refratária e em desproporção ao edema de membros inferiores. Os autores relatam a evolução dessa síndrome restritiva, que possui a cardiomiopatia isquêmica como provável causa.

RELATO DE CASO
Hipertensão Renovascular

Doença renovascular é uma desordem comum, mas complexa. Suas causas mais comuns são displasia fibromuscular e aterosclerose. Clinicamente, pode se apresentar como estenose de artéria renal assintomática, hipertensão renovascular ou nefropatia isquêmica. Relatamos o caso clínico de paciente portadora de hipertensão arterial e a conduta médica adotada.

O DESAFIO DA IMAGEM
Tosse Seca e Rouquidão

Trata-se do caso de um paciente do sexo masculino, com 17 anos de idade, apresentando um quadro clínico de tosse seca e rouquidão, já tendo sido submetido a vários procedimentos endoscópicos nos últimos 10 anos. Uma TC foi realizada.

A CONDUTA DO PROFESSOR
Avaliação Nutricional

A conduta de um professor de Propedêutica Médica na avaliação nutricional de um paciente.

SESSÃO CLÍNICA
Falta de Ar, Dor no Peito e Taquicardia

Trata-se de uma paciente de 76 anos de idade, apresentando, há cerca de um ano, quadro clínico de dispneia e dor torácica, com episódios de síncope e palpitações. Tem sete irmãos, um deles falecido subitamente. Ao exame físico destaca-se a presença de um sopro sistólico. O caso é discutido pela equipe do Iecac numa sessão clínica, para adoção da conduta adequada.

RELATO DE CASO
Linfoma de Burkitt Relacionado ao HIV com Apresentação Africana

Relatamos o caso de um paciente do sexo masculino, 48 anos, HIV positivo, que vinha sendo tratado há três anos com zidovudina, lamivudina e efavirenz, e evoluiu com o aparecimento de massa tumoral de crescimento rápido em região maxilar esquerda. Foi realizada biópsia, que revelou tratar-se de linfoma de Burkitt. No momento do diagnóstico, possuía carga viral inferior a 50 cópias/ml e contagem de linfócitos CD4 com valor de 422. O estadiamento do linfoma foi feito através de tomografia computadorizada de crânio, tórax, abdome e pelve, além de biópsia de medula óssea e punção lombar. Constatou-se que o tumor acometia os ossos da face e que havia massas subpleurais, linfonodomegalia mediastinal e massa pélvica. Não havia infiltração da medula óssea e a punção lombar foi negativa para células neoplásicas. Foi iniciada quimioterapia seguindo o regime CODOX-M/IVAC e mantida a terapia antirretroviral, com a substituição da zidovudina pelo tenofovir. Logo após o primeiro dia de tratamento, a massa apresentou redução maior que 50% em relação ao seu volume anterior, demonstrando o alto turn-over celular dessa neoplasia. O objetivo deste artigo é discutir os aspectos clínicos e histopatológicos do linfoma de Burkitt em pacientes HIV positivos.

 


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